Publicada em 28/09/2026

Por Márcia Caldas
Os candidatos que não estão do lado do trabalhador têm as suas candidaturas muito bem articuladas para elegerem as maiores bancadas na Câmara Federal. Cabe a nós enfrentá-los nas urnas no dia 4 de outubro. Para tanto, é fundamental mobilizar a nossa categoria para chegarmos esclarecidos na hora do voto e, assim, eleger quem, verdadeiramente, está do nosso lado. Ou seja, eleger um trabalhador como nós, que conhece as nossas reais necessidades e não vai nos dar as costas depois de eleito, tampouco trair a confiança do seu voto. Temos que apoiar uma candidatura que está pronta para exercer o seu papel parlamentar e erguer as bandeiras de lutas comerciárias com apresentação de projetos para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida da classe trabalhadora, como a redução da jornada semanal de trabalho sem redução salarial.
Gente como gente
Diante do exposto, precisamos eleger gente como a gente. Já faz muito tempo que os representantes patronais despertaram para esta consciência e elegem seus candidatos em larga maioria. Desse modo, garantem a votação e a aprovação de projetos favoráveis às suas ambições por lucros e exploração do trabalhador. No caso, você! Sem contar que os candidatos dos patrões dispõem de elevado capital para apoiarem estes nomes porque, quando eleitos, eles serão fiéis defensores dos patrões e lá agem, em sua grande maioria, para sacrificarem direitos e garantias trabalhistas.
Consciência
Portanto, em casa, no trabalho, na família, na empresa, com vizinhos, amigos e amigas, vamos eleger quem se parece com a gente. Afinal, o voto é uma espécie de procuração que o eleitor confia ao seu futuro representante. É uma carta em branco que confere ao seu portador poderes para decidir sobre as nossas vidas. O exercício do voto consciente deve ser praticado por todos nós, para garantir a escolha correta. Do contrário, os chamados políticos profissionais vão ocupar as nossas cadeiras. Pense nisso!
Márcia Caldas
Presidente em exercício